Teu reino.
Tanta coisa junta, um cheiro, um gosto, uma lembança, tudo me lembra de você (uma carta, a caneta que te roubei). Agora só durmo na cama que é tua, a presença está sempre aqui comigo, na cama onde dividimos momentos de paixão intensa ou o mais tenro dos carinhos, um fio de cabelo seu teima em aparecer de vez em quando no meu travesseiro, talvez seu cheiro que invada as cobertas pela madrugada, fico à toa me drogando com a lembrança das noites de paixão que pareciam (por bem) nunca terminar, incontáveis alvoradas enquanto eu te via dormir em meus braços tranquila, respirando lentamente, sem a menor pressa de acordar, você só ali e eu assistindo que nem bobo.
E de lembrar de que quando tive medo você me abraçou, soprou longe inseguranças, me contou, mesmo sem dizer palavra, que tudo ia ficar bem não importasse quanta merda tinha batido num ventilador industrial, nada mais realmente ia nos atingir enquanto meus braços te envolvessem, e você sempre soube que era assim mesmo.
As noites em claro trocando mensagens, os e-mails, mensagens, fotos, aquela coisinha que eu tinha esquecido que tava guardada, uma dedicatória num presente.
Teu gosto sempre em minha boca.
Tua face tatuada no meu coração.
Teu ar em meus pulmões.
Teus vícios, tuas virtudes gravadas em minh'alma.
Tudo isso vale cada vez mais a pena.
Te amo, Dani.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
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